<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523</id><updated>2012-02-16T04:40:25.839-08:00</updated><title type='text'>5 - Breve Monografia Angolana</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446387539329789</id><published>2006-08-01T13:24:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T13:26:49.243-07:00</updated><title type='text'>5.0 - Sumário do Capítulo</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446387539329789?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446387539329789/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446387539329789' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446387539329789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446387539329789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/50-sumrio-do-captulo.html' title='5.0 - Sumário do Capítulo'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446383589351551</id><published>2006-08-01T13:23:00.000-07:00</published><updated>2007-01-08T19:12:24.287-08:00</updated><title type='text'>5.1 - Território e Fronteiras</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Território e Fronteiras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Território&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angola é um país que está situado na costa ocidental de África a sul do equador, entre os paraleos 4° 22' Sul em Mongo e Caio Bungo, na província de Cabinda, e 18°2' Sul no Mucusso, na província do Cuando Cubango, e os meridianos 11° 41' Este na península dos Tigres , na província do Namibe, e 24° 2' Este no Alto Zambeze (saliente do Cazombo), na província do Moxico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A configuração geral do território é de um quadrado maciço, um pouco mais comprido que largo, com uma saliente a Leste (o saliente do Cazombo), e uma reentrância na costa Atlântica a meio do território. A província de Cabinda, com uma área de 7.680 km², é um pequeno enclave separado to território principal, situado a norte da foz do rio Zaire. Cabinda tem uma linha de costa de 150 km e de 112 km de largura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angola tem uma área de 1.246.700 km². A extensão total das fronteiras é de 6.487 km, sendo 4.837 km de fronteira terrestre, e de 1.650 km de orla marítima, entre os paralelos 5° Sul, na foz do rio Luema em Cabinda, e 17° 30', na foz do rio Cunene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fronteiras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A província de Cabinda partilha fronteiras com a República do Congo (Brazzaville) a norte por 168 km, e a leste e a sul com a República Democrática do Congo (Kinshasa) por 210 km. A sul do Zaire o corpo principal do território é limitado a norte e até à metade norte da fronterira leste pela República Democrática do Congo (Kinshasa) por 2.185 km. O restante da fronteira leste é com a Zâmbia, por 1.010 km, até ao canto sudeste do território, onde passa a ser limitado pela Namíbia em toda a sua extensão sul por 1.264 km. A maior extensão linear de largura é de 1.277 km e de comprimento é 1.263 km.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A África Central&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sul do Sudão o habitat muda de savana seca e aberta para selva equatorial fechada da bacia do rio Zaire. A sul desta, o terreno sobe outra vez e dá gradualmente lugar ao planalto aberto e extenso há muito dominado pelos reinos Luba e Lunda, onde os rios correm na direcção sul-norte para confluir no Grande Rio (Zaire). Já em território angolano, o planalto ganha altitude ligeiramente para oeste e para sul, at´encontrar os contrafortes do mar, que perdem altitude bruscamente para o oceano, em forma de patamares ou plateaus que se seguem sucessivamente e dão lugar a uma estreita faixa litoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Planalto Angolano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de relevo, o território de Angola lembra um prato de fundo virado para cima, reflectindo o grande plateau rodeado de cadeias de montanhas a oeste, com uma faixa estreita de patamares e planícies entre elas e o mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O território é em geral caracterizado pelo grande planalto interior, cortado por alguns grandes rios que aí nascem e dão origem a três grandes bacias hidrográficas, que abrabgem mais de dois terços do território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de altitude, 82% do território é constituído por áreas situadas entre os 500 metros e os 1.500 metros. Apenas 5% da área de Angola tem altitudes inferiores a 200 metros, e 7,8% têm altitudes superiores a 1.500 metros. A zona de transição entre a planície costeira e a cadeia marginal de montanhas (de 200m a 500 m), constitui aproximadamente 5,3% do território.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446383589351551?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446383589351551/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446383589351551' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446383589351551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446383589351551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/51-territrio-e-fronteiras.html' title='5.1 - Território e Fronteiras'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446378621900419</id><published>2006-08-01T13:22:00.000-07:00</published><updated>2006-12-17T21:17:32.583-08:00</updated><title type='text'>5.2 Morfologia e Orografia</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Morfologia Geral&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O território de Angola, devido à sua extensão e localização e à influência dos rios que o atravessam, apresenta uma geomorfologia variada. Encontramos em Angola exemplos de planície costeira, zonas de transição, serras e cadeias de montanha, picos, planaltos, e grandes bacias hidrográficas, e até regiões desérticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Faixa Litoral&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faixa litoral, que se estende ao longo de toda a costa de Angola, é caracterizada por planícies e terraços baixos, com cerca de 100 km de largura na foz do rio Zaire, e de 180 km de extensão na foz do rio Cuanza, tornando-se mais estreita à medida que se caminha para Sul, limitando a pouco mais de 20 km a sul de Benguela, voltando a alargar-se um pouco na orla marítima do deserto do Namibe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faixa litoral é caracterizada por formações sedimentares meso-cenozóicas e por rochas do Maciço Antigo. Sob a acção da erosão do curso dos rios, encontramos canhões cortados nas rochas mais duras em que os enrugamantos das formações mesozóicas deram origem a relevos costeiros nas áreas do Dondo, Capolo, POrto Amboím e Quicombo. Encontramos ainda na faixa litoral vales largos e alagados nas formações geológicas mais brandas. No litoral propriamente dito encontramos arribas e praias e algumas com muito desenvolvimento, como as restingas das Palmeirinhas, do Lobito, e da Baía dos Tigres. Mais para o interior da faixa litoral é vulgar a acumulação de detritos grosseiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Zona de Transição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre a faixa litoral e a cadeia de montanhas paralela à costa, encontramos uma zona de transição, que é caracterizada por degraus em patamares de crescente altitude para o interior. Estes patamares são cortados com frequência por rios que correm directamente para o Atlântico, dando lugar a aberturas para o interior como resultado da erosão fluvial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Cordão de Montanhas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cordão das montanhas ao longo da costa que ganham altitude à medida que se caminha para Sul. O rio Cuanza divide a zona de montanhas costeiras em duas regiões ditintas: a metade Norte com montanhas de elevação média de cerca de 500 metros, com picos atingindo entre 1.000 a 1.800 metros, e relativamente acidentada (eixo Camabatela Uíge - Bungo - Damba, na província do Uíge; e as montanhas da orla costeira a sul do Cuanza, que se erguem abruptamente na forma de grandes escarpados, chegando os picos desta cadeia montanhosa a atingir os 2.500 metros a sul do Sumbe, e os 2.00 metros de escarpados já bem a sul na região da Tndavala (Serra da Chela), a sul do planalto da Huíla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Planalto Interior&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O extenso planalto antigo do interior, a leste da orla de montanhas paralelas à costa, constitui a grande massa do território angolano. O planalto, descendo de altitudes máximas de 2.500 a 2.300 metros nas serras altas do Lépi, Caconda e Chela, é em norma plano, descendo ligeiramente para o interior e para Nordeste, até aos cursos dos rios Cuilo e Caluango, nas Lundas, onde predomina a floresta de galeria. As extensas anharas do Moxico e as chanas das Terras do Fim do Mundo, são talvez o exemplo mais típico da extensa savana no planalto antigo interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande planalto angolano é de facto constituído por vários plateaus (Malange, Benguela, Huambo, Bié e Huíla), relativamente independentes cortados pelas bacias dos rios que correm para o rio Zaire a norte, para o Atlântico a oeste, para o Lago Etosha a sul, ou para o rio Zambeze a sudoeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Deserto do Namibe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deserto do Namibe, situado no quadrante sudoeste do território, é uma sub-região de características muito distintas, onde encontramos dunas móveis e maciços rochosos juncados de rocha devido à desagregação provocada pelas grandes amplitudes térmicas. O deserto, com uma altura média de cerca de 300 metros, alarga-se entre a costa atlântica e a Serra da Chela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um viajante que atravesse o território em direcção perpendicular à costa (para leste, da costa para interior) encontra primeiro uma faixa estreita de planície costeira de terras baixas que não ultrapassam os 400 metros de altitude; continuando o trajecto, sobe depois em degraus para o interior à medida que encontra uma série de patamares esteritos de altitude entre 400 metros e 1.000 metros, que se seguem de degrau a degrau; prosseguindo a travessia do território, encontra depois uma cadeia de montanhas muito altas, que excedem com frequência os 2.000 metros; até que por fim vislumbra o grande planalto angolano sem fim, que perde altitude para os 2.000 metros e 1.500 metros, à medida que caminha para a fronteira nordeste. Junto à fronteira leste com a Zâmbia, no saliente do Cazombo, o viajante vai encontrar uma zona montanhosa de extensão irregular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Relevos Principais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de relevo, importa destacar os seguintes acidentes naturais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As &lt;strong&gt;serras&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;Canda&lt;/strong&gt; e do &lt;strong&gt;Cusso&lt;/strong&gt;, na província do Uíge, que separam as bacias dos rios &lt;strong&gt;Loge&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Cuando&lt;/strong&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;serra do&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Mucaba&lt;/strong&gt;, na província do Uíge, que separa as bacias dos rios &lt;strong&gt;M'Bridge&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Loge&lt;/strong&gt; (a oeste) da bacia do Zaire a leste, nas províncias do Congo e Uíge;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;serra da&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Canganza&lt;/strong&gt;, que separa as bacias dos rios &lt;strong&gt;Zadi&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Cuílo&lt;/strong&gt;, na província do Uíge;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;serra de&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Tala Mungongo&lt;/strong&gt;, na província de Malange, separando as bacias do &lt;strong&gt;Cuando&lt;/strong&gt; e do &lt;strong&gt;Cuanza&lt;/strong&gt;. O perímetro das serras da &lt;strong&gt;Canda&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Canganza&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Tala Mungongo&lt;/strong&gt;, era em tempos antigos  também designado por &lt;strong&gt;Montes de Cristal&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O &lt;strong&gt;planalto da&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Lunda&lt;/strong&gt;, que separa as bacias dos rios &lt;strong&gt;Cuango&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Cassai&lt;/strong&gt;, e segue na direcção norte no eixo &lt;strong&gt;Alto Chicapa - Cacolo - Caungulo - Camaxilo&lt;/strong&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As &lt;strong&gt;terras baixas da&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Lunda&lt;/strong&gt;, que começam no &lt;strong&gt;Luau&lt;/strong&gt; (Teixeira de Sousa) e alarga para Norte até à fronteira e para Leste, para além dos rios &lt;strong&gt;Luachimo&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Lóvua&lt;/strong&gt;, até à margem esquerda do rio &lt;strong&gt;Caluango&lt;/strong&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;Baixa do Cassange&lt;/strong&gt;, a oeste do planalto de Malange, ao longo do eixo &lt;strong&gt;Quela - Bângala - Bondo - Muginga  - Mangando&lt;/strong&gt;, todos situados ao longo do curso do rio &lt;strong&gt;Cuango&lt;/strong&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O &lt;strong&gt;Vale do Cuanza&lt;/strong&gt;, que começa apertado a sul de &lt;strong&gt;Malange&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Pungo Andongo&lt;/strong&gt;, e se alastra a oeste de &lt;strong&gt;Calulo&lt;/strong&gt;, até atingir as terras baixas do &lt;strong&gt;Dondo, Massangano, Muxima, Calomboloca e Bom Jesus&lt;/strong&gt;, até desaguar na &lt;strong&gt;Barra do Cuanza&lt;/strong&gt;, a sul da &lt;strong&gt;Ponta das Palmeirinhas&lt;/strong&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os &lt;strong&gt;montes Luvili&lt;/strong&gt; no Cuanza-Sul separam o rio &lt;strong&gt;Cuanza&lt;/strong&gt; do rio &lt;strong&gt;Queve&lt;/strong&gt; (ou &lt;strong&gt;Cuvo&lt;/strong&gt;);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As &lt;strong&gt;terras altas do Alto Chicapa e do Munhango&lt;/strong&gt;, onde nascem alguns dos maiores rios de Angola, a saber &lt;strong&gt;Cuango, Cuílo, Chicapa, Cassai, Munhango, Lungué-Bungo, Cuíto e Luando;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;serra do Hombe&lt;/strong&gt;, no Huambo, com alguns cones que ultrapassam os 2.000 metros, forma o rebordo ocidental do planalto; e as serras do &lt;strong&gt;Chilembe&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Caconda&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Angola&lt;/strong&gt;, separam a bacia do &lt;strong&gt;Cunene&lt;/strong&gt; da orla costeira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;serra da Neve&lt;/strong&gt;, a sul de Benguela, entre os rios &lt;strong&gt;Caporolo e Bentiaba&lt;/strong&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A serra da &lt;strong&gt;Galangue&lt;/strong&gt;, a norte da Huíla,  separa os cursos iniciais dos rios &lt;strong&gt;Cunene e Cubango;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As &lt;strong&gt;serras do Alto Cuanza&lt;/strong&gt;, onde nasce o rio &lt;strong&gt;Cuanza&lt;/strong&gt;, na região da &lt;strong&gt;Catota - Sandamba - Samacimbo&lt;/strong&gt; - a leste do &lt;strong&gt;Chitembo&lt;/strong&gt;, na província do Bié;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os &lt;strong&gt;contrafortes da Serra da Chela&lt;/strong&gt;, a sul da Huíla, separam o planalto da orla costeira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O apertado &lt;strong&gt;vale do Cunene&lt;/strong&gt;, a oeste e a norte das &lt;strong&gt;Quedas do Ruacaná&lt;/strong&gt;, até à sua foz, servindo  de fronteira entre Angola e a Namíbia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As extensas &lt;strong&gt;anharas do Moxico e as chanas das Terras do Fim do Mundo&lt;/strong&gt;, nas províncias do Moxico e Cuando-Cubango, cortadas pelos rios que se vão juntar ao rio Zambeze, ou desaguar no Lago Etosha, no Botswana; e,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O &lt;strong&gt;maciço do Cazombo&lt;/strong&gt;, na margem esquerda do Zambeze, na região do &lt;strong&gt;Alto Zambeze&lt;/strong&gt;, no saliente do Cazombo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446378621900419?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446378621900419/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446378621900419' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446378621900419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446378621900419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/52-morfologia-e-orografia.html' title='5.2 Morfologia e Orografia'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446372463174405</id><published>2006-08-01T13:21:00.001-07:00</published><updated>2006-08-01T13:22:04.633-07:00</updated><title type='text'>5.3 - Regiões Naturais</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446372463174405?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446372463174405/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446372463174405' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446372463174405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446372463174405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/53-regies-naturais.html' title='5.3 - Regiões Naturais'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446368170457942</id><published>2006-08-01T13:21:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T13:21:21.703-07:00</updated><title type='text'>5.4 Geologia e Mineralogia</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446368170457942?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446368170457942/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446368170457942' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446368170457942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446368170457942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/54-geologia-e-mineralogia.html' title='5.4 Geologia e Mineralogia'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446362766347579</id><published>2006-08-01T13:20:00.000-07:00</published><updated>2006-12-22T22:19:38.465-08:00</updated><title type='text'>5.5 - Hidrografia</title><content type='html'>Os rios que nascem no planalto angolano e que o cortam em &lt;strong&gt;bacias hidrográficas&lt;/strong&gt; diferenciadas são talvez o factor mais importante no padrão de ocupação humana das terras de Angola. A maioria dos rios angolanos nascem nas terras altas do planalto central e correm em quatro direcções disferentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para &lt;strong&gt;Norte&lt;/strong&gt;, partilhando a imensa &lt;strong&gt;bacia do Zaire&lt;/strong&gt; correm os afluentes do Grande Rio, como o Cuango, Cuílo, Caluango, Chicapa, Luachimo, Chiumbe e Cassai;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para a &lt;strong&gt;costa atlântica&lt;/strong&gt; correm o M'Bridge, Lodge, Dande, Bengo, Cuanza (o maior rio inteiramente no território de Angola), Queve (ou Cuvo), Catumbela, Caporolo, Bentiaba e Curoca, a norte e a oeste do planalto; e o Cunene a Sul e Oeste das terras altas da Huíla;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Directamente para Sul em direcção ao &lt;strong&gt;Lago Etosha&lt;/strong&gt; no deserto do &lt;strong&gt;Kalahari&lt;/strong&gt;, correm um número de rios de menor caudal, ou mesmo de caudal temporário, a leste da bacia do Cunene, como o rio Cariango;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No quadrante &lt;strong&gt;sudeste&lt;/strong&gt; do território de Angola, nas chamadas &lt;strong&gt;Terras do Fim do Mundo&lt;/strong&gt;, todos os rios correm na direcção sudeste formando a orla ocidental da grande bacia do Zambeze. Pela sia importância devemos mencionar os rios Cubango, Cuito, Cuando, Luiana, e Lungué-Bungo, e o prório Zambeze no salente do Cazombo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rios que cortam o planalto são em geral de pequeno volume e fraco declive no seu troço inicial. Contudo, ganham volume e declive depois de atravessarem as montanhas criando vales apertados antes de atingirem o litoral, sendo comuns as cataratas e os rápidos, antes de atingirem o seu troço terminal. A floresta de galeria (&lt;em&gt;muxitos&lt;/em&gt;) é comum na maioria dos rios do planalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nas &lt;strong&gt;planícies costeiras&lt;/strong&gt;, onde as àguas se juntam em maior quantidade, os rios espraiam-se geralmente por terrenos baixos, onde predominam os palmares, e desaguam em estuário. Os mangais são típicos desses estuários, onde predomina a àgua salgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos rios não são própios para a navegação, quando, para além do elevado declive e da queda brusca de altitude, considerarmos o facto de que muitos deles têm volume insignificante na época do cacimbo (na estação seca o rio Cunene chega às vezes a desaparecer), e são torrenciais na época das chuvas. Por outro lado, e devido ao rápido declive, a maioria dos rios angolanos oferecem um potencial muito grande para aproveitamento hidroeléctrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos rios em Angola são &lt;em&gt;ricos em peixe&lt;/em&gt;, que era em norma capturado por pescadores artesanais e consumido localmente, com a excepção da pesca da &lt;strong&gt;tuqueia&lt;/strong&gt;, que era uma actividade económica tradicional importante na bacia do Zambeze, e cuja produção era exportada para as regiões limítrofes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a maioria dos rios de Angola, o seu nome é composto pelo prefixo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;KU&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que sugere curso de àgua em movimento, sehuido da palavra banta para o seu nome local. Por exemplo, Kunene quer dizer &lt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;KU&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (rio) + &lt;strong&gt;&lt;em&gt;NENE&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (grande)&gt; significa rio gande para os povos Ovimbundo, Nhaneca-Humbe, Ambó e Herero. Acontece ainda que a alguns rios sejam dados nomes diferentes ao longo do seu curso, de acordo com o dialecto local de cada povo cujo território o rio atravessa no seu curso. Por exemplo, o rio Cuvo (ou Queve) é designado por Cuvo nas terras altas do Huambo, e por Queve mais a juzante e perto da sua foz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais rios angolanos são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio &lt;strong&gt;Chiloango&lt;/strong&gt; é o principal rio na província de Cabinda, é navegável por cerca de 160 km, desde a sua foz em Lândana até à sua confluência com o Luáli, à entrada da floresta do Maiombe, e a sua bacia hidrográfica estende-se por 5.170 km².&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio &lt;strong&gt;Zaire&lt;/strong&gt;, um dos maiores rios de África e do planeta, é apenas navegável até cerca de 150 km da foz em Nóqui. A porção da sua bacia hidrogáfica em território angolano é aproximadamente 30.050 km.  Numa perspectiva histórica, o rio Zaire (ou Congo) foi o berço do Antigo Reino do Congo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio C&lt;strong&gt;uango&lt;/strong&gt; nasce no Alto Chicapa (Lunda Sul) e corre na direcção Sul-Norte-Noroeste servindo de fronteira com a República Democrática do Congo (Kinshasa), e vai juntar-se ao Cassai, antes de desaguar no Zaire. O percurso do Cuango em Angols é aproximadamente 855 km, e a sua bacia hidrográfica é de 128.280 km.  O Antigo Reino de Cassange e o Antigo Reino de Matamba eram situados na bacia do Cuango.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio &lt;strong&gt;Cassai&lt;/strong&gt; nasce também no Alto Chicapa e é na margem esquerda o maior tributário do Zaire. A sua extensão total é de 1.940 km, dos quais 825 são em território angolano, servindo de fronteira para a metade norte da fronteira leste com a Republica Democrática do Congo. A extensão da sua bacia hidrgráfica em Angola é de cerca de 127.770 km². O rio Cassai não é navegável em Angola. O rio Cassai e os os seus tributários constituíram a rede de comunicações fundamental ao nascimento e expansão dos Impérios Lunda e Lunda-Quioco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio &lt;strong&gt;Cuanza&lt;/strong&gt; nasce perto do Chitembo, no planalto do Bié, e tem um curso de 960 km inteiramente dentro do território angolano. O seu curso faz uma grande curva para Norte e para Oeste, antes de desaguar no Atlântico a sul de Luanda (Barra do Cuanza). O Cuanza é navegável por 258 km desde a foz até ao Dondo, e a sua bacia hidrográfica é de 147.690 km². As barragens de Cambambe e de Capanda produzem grande parte da energia eléctrica consumida em Luanda. As grandes quedas de água da Calandula (Duque de Bragança)  encontram-se situadas no curso médio do Cuanza. O rio Cuanza foi o berço do Antigo Reino do Ndongo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio &lt;strong&gt;Cunene&lt;/strong&gt; nasce no planalto do Huambo (nas Boas àguas), e corre na direcção Sul até atingir as quedas do Ruacaná, a partir de onde inflecte para Oeste até à sua foz no Atlântico. O curso do Cunene é de cerca de 1.200 km, dos quais 960 km em Angola, dos quais 190 km são navegáveis em Angola. A sua foz é por vezes não distinguível pois a infiltração é subterrânea. A bacia hidrográfica do rio Cunene é de 272.000 km², dos quais 150.800 km² em território angolano. O rio Cunene é o partilhado pelos povos Nhaneca-Humbe, Ambó e Herero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio &lt;strong&gt;Zambeze&lt;/strong&gt; nasce na Zâmbia a 30 km da fronteira com Angola. Entra em Angola no Cazombo num breve curso até que sai do território angolano a sul do Lumbala (no saliente do Cazombo). A sua importância em Angola é devida principalmente à sua extensa bacia hidrográfica de 1.330.000 km², dos quais 150.800 em território angolano. Todos os rios no quadrante sudeste de Angola são tributários do Zambeze. Do ponto de visa histórico, o curso inicial do rio Zambeze é importante para o povo Luena e para o Império do Barotze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio &lt;strong&gt;Cubango&lt;/strong&gt; nasce perto de Chicala-Tchiloango (Vila Nova) no planalto do Huambo e tem um curso de 975 km. O Cubango corre em direcção Sul até atingir Kuvango (Ganguelas, Vila Artur de Paiva) a nordeste da Huíla onde recebe o rio Cutato como afluente, e onde começa a inflectir para Leste até atingir a fronteira Sul com a Namíbia, de onde passa a servir de fronteira até ao Mucusso, nas Terras do Fim do Mundo. Parte das àguas do rio Cubango perdem-se em pântanos no Botswana. A bacia do Cubango em Angola é de cerca de 154.420 km². O rio Cubango é importante para a história dos povos Khoisan e Ambó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio &lt;strong&gt;Cuando&lt;/strong&gt; nasce no Alto Cuíto, no planalto do Bié, correndo para Sudeste até atingir a fronteira com a Zâmbia, de que passa a servir de fronteira até ao Luiana, entrando depois na antiga região do Barotze (na Zâmbia). O Cuando é um tributário do Zambeze, e tem uma bacia hidrográfica de 96.780 km², e um percurso de 735 km em território angolano. O Cuando é um rio importante na história do povo Xindonga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446362766347579?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446362766347579/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446362766347579' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446362766347579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446362766347579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/55-hidrografia.html' title='5.5 - Hidrografia'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446356775424582</id><published>2006-08-01T13:18:00.000-07:00</published><updated>2006-12-17T22:33:20.563-08:00</updated><title type='text'>5.6 - A Costa Atlântica</title><content type='html'>A costa angolana é em geral baixa na metade norte de Cabinda a Benguela, tornando-se muito estreita na metade sul, entre Benguela e a foz do Cunene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontramos ao longo da costa algumas barras que são a base de pequenas enseadas, como a Baía do Malembo, em Cabinda, da Barra do Dande e do Bengo, da Baía de Luanda protegida pela Ilha de Luanda, da Barra da Corimba protegida pelas ilhas do Mussulo e da Cazenga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da Ponta das Palmeirinhas a sudoeste de Luanda, a costa inflecte para sudeste e logo abaixo se abre na Barra do Cuanza, mantendo a mesma direcção até à Baía Longa, a norte do Sumbe (Porto Amboím).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daqui a costa avança directamente a sul até ao Lobito, onde inflecte para sudoeste formando a Baía de Benguela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de Benguela a costa torna-se estreita e árida, cortada apenas por alguns rios, como o Caporolo, Cangala, Chicoundua, Bentiaba e Giraúl, até atingir a baía de Moçâmedes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui prosegue na direcção sul-sudoeste até ao Cabo Negro, onde inflecte um pouco para sul, até encontrar Tômbua (Porto Alexandre), de onde muda para sul até à foz do Cunene, sendo apenas interrompida pela Baía dos Tigres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os portos principais da costa angolana são em geral protegidos por restingas arenosas, formadaspelas areias arrastadas pelos rios Cuanza (Luanda), Catumbela (Lobito), e Cunene (Baía dos Tigres), que a corrente fria de Benguela vai depositando no sentido sul-norte, paralelamente à costa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446356775424582?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446356775424582/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446356775424582' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446356775424582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446356775424582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/56-costa-atlntica.html' title='5.6 - A Costa Atlântica'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446350442231056</id><published>2006-08-01T13:17:00.000-07:00</published><updated>2006-12-23T22:29:20.210-08:00</updated><title type='text'>5.7 - Clima</title><content type='html'>O clima de Angola é muito variado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro factores principais determinam o clima de Angola: A sua àrea e localização na costa ocidental da África Central, a latitude, a morfologia do terreno, e a Corrente Fria de Benguela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Latitude e Área&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angola ocupa uma extensa àrea superior a 1,2 milhões de km² na África Central Ocidental. Em termos de localização do seu território, Angola ocupa uma faixa grande entre os Paralelos 4° 22' e 18° 2' Sul, estendendo-se portanto de perto do Equador até perto do Trópico de Capricórnio, e entre a floresta equatorial da África Central e os desertos do Namibe e Kalahari; Do mesmo modo, o território de Angola vai da costa atlântica (com a extensão de 1.650 km) até cerca de 1.250 km no interior. A sua característica morfológica mais evidente é o extenso planalto interior de savana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mortfologia do Terreno&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;klklk&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Corrente Fria de Benguela&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Corrente Fria de Benguela é uma corrente de àguas frias acompanhadas de ventos frios que se movem no sentido Sul-Norte, e que banham a costa ocidental meridional de África desde o Cabo da Boa Esperança, passando pela Costa dos Esqueletos (na Namíbia), e pela costa de Angola, até atingir o Equador, onde vira bruscamente para Oeste para se transformar na Corrente Equatorial Sul. A Corrente Fria de Benguela tem origem no Oceano Glacial Ántártico e alarga-se à medida que se dirige para Norte, chegando a atingir cerca de 300 km de largura ao largo de Benguela. O ponto de encontro dos oceanos Atlântico Sul e Índico é também onde a Corrente Fria de Benguela encontra a Corrente Quente da Agulhas, ao largo do Cabo da Boa Esperança, resultando este encontro numa mistura atribulada de àguas e ventos quentes e frios, cuja diversidade dá lugar a uma instabilidade acentuada de clima, e a uma fauna marinha abundante e variada de peixes, aves marinhas e mamíferos marinhos. Contudo, o impacto da Corrente Fria de Benguela na costa de Angola é manifestado pelas condições desérticas da Costa dos Esqueletos e do Costa do Namibe, e semi-áridas a sul de Benguela, e dos nevoeiros persistentes ao largo da costa meridional angolana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sistemas de Ventos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Ventos Alíseos são ventos do sudeste nas regiões tropicais e sub-tropicais do Atlântico Sul. Os Alíseos são ventos muito uniformes, soprando quase todo o ano na mesma direcção SE-NW com intensidade moderada. A Corrente Fria de Benguela alimenta os ventos alíseos do Atlântico Sul, determinando assim o clima árido da costa meridional angolana, e a existência dos desertos do namibe e do Kalahari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa perspectiva histórica, devido ainda à acção da Corrente Fria de Benguela e dos Ventos Alíseos, era extremamente difícil aos navios veleiros viajar no sentido Norte-Sul ao longo da costa de Angola, obrigando os navios a tomaram uma rota muito larga quase tocando a costa brasileira ao sul do Rio de Janeiro e depois rumando directamente para leste em direcção ao Cabo da Boa Esperança, o que resultou na esquadra de Pedro Álvares Cabral ter avistado a costa brasileira, e consequentemente ter descoberto oficialmente o Brasil em Maio de 1500.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pluviosidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Temperatura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Humidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evaporação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Radiação Solar&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446350442231056?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446350442231056/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446350442231056' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446350442231056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446350442231056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/57-clima.html' title='5.7 - Clima'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446342517520105</id><published>2006-08-01T13:16:00.000-07:00</published><updated>2007-03-06T21:19:47.072-08:00</updated><title type='text'>5.8 - Fauna e Vida Marinha</title><content type='html'>A fauna de Angola é uma amostra da fauna africana. Com uma variedade de clima e vegetação tão grandes, encontramos assim em Angola uma grande variedade de animais. Em  termos gerais, a fauna angolana reparte-se em fauna de savana, de floresta, de montanha e de deserto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, na região a norte do Cuanza, e ao abrigo das florestas equatorial, tropical, e de galeria, encontramos o macaco, o chimpanzé (na floresta do Maiombe, em Cabinda), a pantera,  as aves de pluma brilhante, o jacaré e o cavalo-marinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na savana (nas anharas do Leste e nas chanas das Terras do Fim-do-Mundo) encontramos os grandes herbívoros como o elefante, o rinoceronte, o hipopótamo e o búfalo, a pacaça, a girafa e a zebra, a gazela, o antílope, a palanca e a cabra-de-leque. Por sua vez, a maioria destes herbívoros servem de alimento aos carnívoros como o leão, o leopardo e a onça, a hiena, o mabeco, o lince, e a raposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No deserto do Namibe encontramos uma variedade grande de animais XXX&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446342517520105?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446342517520105/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446342517520105' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446342517520105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446342517520105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/58-fauna-e-vida-marinha.html' title='5.8 - Fauna e Vida Marinha'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446336681552992</id><published>2006-08-01T13:15:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T13:16:06.816-07:00</updated><title type='text'>5.9 - Vegetação e Florestas</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446336681552992?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446336681552992/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446336681552992' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446336681552992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446336681552992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/59-vegetao-e-florestas.html' title='5.9 - Vegetação e Florestas'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446332120882258</id><published>2006-08-01T13:14:00.001-07:00</published><updated>2006-08-01T13:15:21.206-07:00</updated><title type='text'>5.10 - Protecção à Natureza</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446332120882258?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446332120882258/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446332120882258' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446332120882258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446332120882258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/510-proteco-natureza.html' title='5.10 - Protecção à Natureza'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446327652820802</id><published>2006-08-01T13:14:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T13:14:36.526-07:00</updated><title type='text'>5.11 - Doenças Endémicas</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446327652820802?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446327652820802/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446327652820802' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446327652820802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446327652820802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/511-doenas-endmicas.html' title='5.11 - Doenças Endémicas'/><author><name>Helder Ponte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09279140819146437029</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32025523.post-115446324360573628</id><published>2006-08-01T13:13:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T13:14:03.606-07:00</updated><title type='text'>5.12 - Resenha Histórica da Demografia de Angola</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32025523-115446324360573628?l=5---breve-monografia-angolana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/feeds/115446324360573628/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32025523&amp;postID=115446324360573628' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446324360573628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32025523/posts/default/115446324360573628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5---breve-monografia-angolana.blogspot.com/2006/08/512-resenha-histrica-da-demografia-de.html' title='5.12 - 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